Ontem eu sonhei com uma música do Coldplay, The Scientist. Acordei cantando e me lembrei de quando eu sonhei com Yellow, que foi o sonho mais lindo que eu já tive e, portanto, merece uma reprise:
Sexta-feira, Janeiro 17, 2003
Cheguei. Era um apartamento um pouco grande e um pouco bagunçado. Já cheguei derrubando uma estátua de leão porque uma outra estátua menos bonita e menor ia cair, pra segurar aquela, eu acabei derrubando a estátua maior, dividindo o leão em cabeça-corpo.
Vergonha. Ela não pareceu brava, falou que eu só estava tentando ajudar. Não era de muitos sorrisos mas até que foi simpática comigo. Ele nem ligou pra estátua, aliás, ele já estava longe, tinha ido pro seu quarto enquanto eu ainda olhava pra estátua quebrada sem saber o que fazer. Ela me mandou ir pro quarto também. Passando pela casa, eu vi umas 5 crianças brincando e todas usavam perucas verdes de ráfia. Finalmente cheguei ao quarto e começamos a brincar (brincar no sentido real da palavra, gente, ó a malícia aí). Curioso que já éramos bastante grandinhos pra isso, então começamos a conversar. Pela conversa deu pra perceber que isso estava acontecendo esse ano depois do mês de fevereiro ou março. Era dífícil ouvir o que ele dizia, falava baixinho e, eu, como sempre, repetia como uma gralha "QUE? AHN?". Depois nós saimos de lá e fomos levar uns passarinhos não sei pra onde. Sei que pegamos o elevador, nós e mais 2 ou 3 passarinhos. A gente ria e eu não sei porque, só sei que eu estava feliz como nunca estive antes porque eu podia sentir.
Voltamos e entramos no apartamento de novo. A mãe dele o chamou e ele me pediu que esperasse. Fiquei na sala e vi um quadro que me chamou a atenção, era a figura de um golfinho e nele tinha uma frase que falava sobre a juventude, meio que comparando-a com o golfinho (eu não me lembro da frase, ó merda, mas ela me pareceu muito familiar no sonho).
Depois disso, a sala ficou cheia, acho que era aniversário de uma das crianças. Tinha bastante gente que eu nunca vi na vida. Confundi um cara com meu tio e percebi que não era só depois que tinha cumprimentado. Depois disso eu virei "oi freak", saí falando oi e me apresentando pra todo mundo. Meu pai estava lá e minha tia também, eles pareciam conhecer todo mundo. E ele não voltava nunca. Não sei o que aconteceu depois, só me lembro agora de ter subido com ele pra algo que era tipo uma cobertura e a gente estava na sacada. Ele olhava pra baixo o tempo todo. Eu disse: Olha pras estrelas porque elas estão brilhando pra você.
Opá, peralá! Isso é uma música do Coldplay! Ó eu sou uma plagiadora!
Aí ele sorriu e olhou pro céu e eu acordei.
Merda.